
domingo, 28 de novembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Beirando à loucura

Tic...tac, tic...tac.
Passa hora, passa relógio,
passa gélida madrugada
pelos meus olhos dormentes
e acesos pela loucura.
Tic...tac, tic...tac.
Desce a noite, cai o dia,
mais uma vez durmo
e não durmo por conta
da loucura.
Tic...tac, tic...tac.
Batidinha ridícula deste relógio,
que por causa da loucura,
o confundo a cada madrugada
que passo acordada pela loucura.
Tac, Tec, Tic, Toc...
O relógio por causa de tanta loucura,
ficou louco também.
Aposentou-se desta profissão
repetidamente chata.
E na madrugada surge o sombrio
silêncio amigo.
(26/08/2010)
Passa hora, passa relógio,
passa gélida madrugada
pelos meus olhos dormentes
e acesos pela loucura.
Tic...tac, tic...tac.
Desce a noite, cai o dia,
mais uma vez durmo
e não durmo por conta
da loucura.
Tic...tac, tic...tac.
Batidinha ridícula deste relógio,
que por causa da loucura,
o confundo a cada madrugada
que passo acordada pela loucura.
Tac, Tec, Tic, Toc...
O relógio por causa de tanta loucura,
ficou louco também.
Aposentou-se desta profissão
repetidamente chata.
E na madrugada surge o sombrio
silêncio amigo.
(26/08/2010)
Kássia Gomes
Publicado no Recanto das Letras em 30/08/2010
Código do texto: T2468048
Código do texto: T2468048
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
SEM AMIGOS
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Estou em brasa

Neblina...
Orvalho...
Meu corpo ainda está em brasa,
meu coração arde em seu calor,
minha pele pede a todo instante, você...
Só você pode arder junto comigo.
Toda hora.
Todo dia.
Todo inverno.
Brasa queima meu ardente corpo,
corpo que pede você a todo segundo.
Queima no mar gelado a brasa, queima...
15/07/2010
Orvalho...
Meu corpo ainda está em brasa,
meu coração arde em seu calor,
minha pele pede a todo instante, você...
Só você pode arder junto comigo.
Toda hora.
Todo dia.
Todo inverno.
Brasa queima meu ardente corpo,
corpo que pede você a todo segundo.
Queima no mar gelado a brasa, queima...
15/07/2010
Kássia Gomes
Publicado no Recanto das Letras em 15/07/2010
Código do texto: T2379747
Código do texto: T2379747
Onde está o amor?
terça-feira, 13 de abril de 2010
Vinte e seis outonos

Caem os cabelos,
trocam-se os pensamentos,
sentimentos afloram.
Emoções explodem em todos meus poros.
Minha razão desconhece a razão.
Esperanças de um mundo mais justo e humano
estão por um fio finíssimo.
A tolerância e a compaixão aumentaram.
No entanto o desânimo e a falta de coragem também.
Oito anos desta vida, deste outono,
foram de recheados de falsas esperanças e descrença
em relação ao amor e ao namoro.
Agora termino estes vinte e seis outonos com muito amor de meu amor,
porém sem muitos amigos.
Quem sabe nos vinte e sete outonos tudo mude.
E tudo conspire a meu favor.
13/04/2010
trocam-se os pensamentos,
sentimentos afloram.
Emoções explodem em todos meus poros.
Minha razão desconhece a razão.
Esperanças de um mundo mais justo e humano
estão por um fio finíssimo.
A tolerância e a compaixão aumentaram.
No entanto o desânimo e a falta de coragem também.
Oito anos desta vida, deste outono,
foram de recheados de falsas esperanças e descrença
em relação ao amor e ao namoro.
Agora termino estes vinte e seis outonos com muito amor de meu amor,
porém sem muitos amigos.
Quem sabe nos vinte e sete outonos tudo mude.
E tudo conspire a meu favor.
13/04/2010
Kássia Gomes
Publicado no Recanto das Letras em 13/04/2010
Código do texto: T2194849
Código do texto: T2194849
quarta-feira, 24 de março de 2010
A direita da noite

Passamos mais uma vez
naquela viela mal iluminada,
no meio do nada daquela cidade.
Longe, perto,
distante, constante,
do que já se foi naquela noite.
Uma vez passamos ali,
aqui, acolá,
na viela a direita,
a direita da noite.
Noite sempre tediosa,
nesta constante passada na viela,
ali ao meio do nada da grande
cidade fria.
Grande imensidão de rostos
gélidos e indiferentes.
Friamente dispostos pela rua
naquelas tristes noites,
noites vazias e frias.
A direita da noite do nada.
24/03/2010
naquela viela mal iluminada,
no meio do nada daquela cidade.
Longe, perto,
distante, constante,
do que já se foi naquela noite.
Uma vez passamos ali,
aqui, acolá,
na viela a direita,
a direita da noite.
Noite sempre tediosa,
nesta constante passada na viela,
ali ao meio do nada da grande
cidade fria.
Grande imensidão de rostos
gélidos e indiferentes.
Friamente dispostos pela rua
naquelas tristes noites,
noites vazias e frias.
A direita da noite do nada.
24/03/2010
Kássia Gomes
Publicado no Recanto das Letras em 24/03/2010
Código do texto: T2156258
Código do texto: T2156258
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